a r t i s t a
Collecting the dots. Then connecting them. And then sharing the connections with those around you. This is how a creative human works. Collecting, connecting, sharing.
(...)
This impulse to connect the dots - and to share what you've connected - is the urge that makes you an artist. If you're using words or symbols to connect the dots, whether you're a "professional artist" or not, you are an artistic force in the world.
When artists work well, they connect people to themselves, and they stich people to one another, throught this shared experience of discovering a connection that wasn't visible before.
«Have you ever notice that this looks like this?»
(...)
I never feel more inspired than when watching another artist explode their passionate craft into the world - most of my best songs were written in the wake of seeing other artists bleed their hearts onto the page or the stage.
Artists connect the dots - we don't need to interpret the lines between them. We just draw them and then present our connections to the world as a gift, to be taken or left. This IS the artistic act, and it's done every day by many people who don't even think to call themselves artists.
Then again, some people are crazy enough to think they can make a living at it.
em The Art of Asking, de Amanda Palmer
(...)
This impulse to connect the dots - and to share what you've connected - is the urge that makes you an artist. If you're using words or symbols to connect the dots, whether you're a "professional artist" or not, you are an artistic force in the world.
When artists work well, they connect people to themselves, and they stich people to one another, throught this shared experience of discovering a connection that wasn't visible before.
«Have you ever notice that this looks like this?»
(...)
I never feel more inspired than when watching another artist explode their passionate craft into the world - most of my best songs were written in the wake of seeing other artists bleed their hearts onto the page or the stage.
Artists connect the dots - we don't need to interpret the lines between them. We just draw them and then present our connections to the world as a gift, to be taken or left. This IS the artistic act, and it's done every day by many people who don't even think to call themselves artists.
Then again, some people are crazy enough to think they can make a living at it.
em The Art of Asking, de Amanda Palmer
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biblioteca
like father like daughter
etiquetas:
neighborhood
de se desdobrarem
a zona de pausa
tens de a ter, caso contrário, as paredes
cercar-te-ão.
tens de desistir de tudo, deitar
fora, deitar tudo fora.
tens de olhar para o que estás a olhar
ou pensar no que estás a pensar
ou fazer o que estás a fazer
ou
a não fazer
sem considerar proveito
pessoal
sem aceitar orientação.
as pessoas estão consumidas com
o esforço,
escondem-se em hábitos
comuns.
as suas preocupações são preocupações de
manada.
poucos têm capacidade de olhar
para um sapato velho durante
dez minutos
ou de pensar em coisas estranhas
como: quem é que inventou
a maçaneta?
tornam-se desvivas
por serem incapazes de fazer
uma pausa
de se desarmarem
de se desdobrarem
de desverem
de desaprenderem
de se exporem.
escuta o seu riso
falso, depois
vai-te
embora.
em Os Cães ladram facas, de Charles Bukowski
tens de a ter, caso contrário, as paredes
cercar-te-ão.
tens de desistir de tudo, deitar
fora, deitar tudo fora.
tens de olhar para o que estás a olhar
ou pensar no que estás a pensar
ou fazer o que estás a fazer
ou
a não fazer
sem considerar proveito
pessoal
sem aceitar orientação.
as pessoas estão consumidas com
o esforço,
escondem-se em hábitos
comuns.
as suas preocupações são preocupações de
manada.
poucos têm capacidade de olhar
para um sapato velho durante
dez minutos
ou de pensar em coisas estranhas
como: quem é que inventou
a maçaneta?
tornam-se desvivas
por serem incapazes de fazer
uma pausa
de se desarmarem
de se desdobrarem
de desverem
de desaprenderem
de se exporem.
escuta o seu riso
falso, depois
vai-te
embora.
em Os Cães ladram facas, de Charles Bukowski
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biblioteca,
poemário
> relicário

Sem título, da série Trust
E.U.A., sem data
© Scott Bulger
etiquetas:
dos pássaros,
relicário
fátima abreu ferreira
Only camera can prove me that I exist, interview with Fátima Abreu Ferreira
+ aqui
[tornando minhas, palavras de outrem]
+ aqui
[tornando minhas, palavras de outrem]
etiquetas:
neighborhood
diários sobre a tristeza
O corpo que jaz
é um outro
noutro tempo, noutro lugar
num outro
outrora qualquer aqui.
é um outro
noutro tempo, noutro lugar
num outro
outrora qualquer aqui.
etiquetas:
p.
a música salvar-me-á sempre
Come sail your ships around me
And burn your bridges down.
Se isto não é poesia, então não sei.
etiquetas:
grafonola
senhoras e senhores
(tambores)
Eventos fotográficos de fevereiro de 2007.
Doze anos depois, nunca esquecer quem fomos.
fechar os olhos
O mundo é um palhaço triste. E a vida também.
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da série "a vida é",
da série "o mundo é",
p.
estado da nação, pt 2

Da Grumapa, organização de Apoio e Protecção Animal sem fins lucrativos, em Mangualde.
Divulgada a conversa privada? Temos mesmo muita pena.
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neighborhood
estado da nação
DA VIDA, COM AMOR
Aqui atrás onde estou
vive-se de castigo de avesso
perante o medo da luz
é difícil diferenciar o silêncio
de um seixo o dia da noite
águas claras que se bebem
da taça do vento
por tudo o que guardo de ti
não gostaria que soubesses
desta minha forma doida
de colher o que a terra me dá
eu deste chão já não apanho senão
a úlcera que o ilumina e as bestas
que dormem no labirinto da tarde
hoje temo a claridade
como dias houve que conheceste
em que temi o escuro
e ouço os passos de deus
como os de um animal solitário
porque tudo o que ficou de ti
foi um vão quase íntimo
quase alheio este rio seco
a que só poderemos chamar deserto.
em Os Nomes dos Pássaros, de António Amaral Tavares
Aqui atrás onde estou
vive-se de castigo de avesso
perante o medo da luz
é difícil diferenciar o silêncio
de um seixo o dia da noite
águas claras que se bebem
da taça do vento
por tudo o que guardo de ti
não gostaria que soubesses
desta minha forma doida
de colher o que a terra me dá
eu deste chão já não apanho senão
a úlcera que o ilumina e as bestas
que dormem no labirinto da tarde
hoje temo a claridade
como dias houve que conheceste
em que temi o escuro
e ouço os passos de deus
como os de um animal solitário
porque tudo o que ficou de ti
foi um vão quase íntimo
quase alheio este rio seco
a que só poderemos chamar deserto.
em Os Nomes dos Pássaros, de António Amaral Tavares
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biblioteca,
poemário
'a história relata o que aconteceu / o silêncio narra / o que acontece'*
Tenho uma paixão avassaladora, e que deixará de ser secreta agora, pela poesia de José Tolentino Mendonça*.
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biblioteca,
poemário
(fool time) job
Vi este vídeo partilhado com a seguinte legenda: para ver, rever...
E muito bem.
etiquetas:
dos vídeos
ser cigano
“Indesejados”: um retrato profundo do povo cigano na Europa
+ aqui
etiquetas:
neighborhood
não é uma lista
a música portuguesa a gostar dela própria* foi o melhor do ano-cuja-designação-não-podemos-pronunciar-como-voldemort. Caramba, se foi.
*confessionário: no momento em que confirmei que conseguiria ir naquele fim-de-semana, não tinha dinheiro na conta e pensei o máximo que pode acontecer é ter que dizer que não tenho dinheiro para pagar o almoço.
*confessionário: no momento em que confirmei que conseguiria ir naquele fim-de-semana, não tinha dinheiro na conta e pensei o máximo que pode acontecer é ter que dizer que não tenho dinheiro para pagar o almoço.
etiquetas:
a música portuguesa a gostar dela própria,
da mpagdp,
p.
> relicário

Cianótipo e goma bicromatada
E.U.A., sem data
© Scott Bulger
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dos pássaros,
relicário
consulta de clínica geral
Enquanto oiço Diana Krall numa pastelaria onde vou almoçar, concluo que a minha consulta foi muito twilight zone, muito atiro-me de um penhasco agora ou depois?
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p.
ao segundo dia do ano, pt 2
Ninguém me manda andar com máquinas de plástico, no entanto... a magia do filme!
Rolo encravado, entrada de luz, frames perdidas. O Penedo do Lexim é resultado de uma actividade vulcânica com milhões de anos e oferece-nos uma das melhores vistas de sempre. E o que pensar também. Com isto, os dias menos bons importam menos. Obrigada aos amigos, como o A., que fazem com que o músculo continue a bombear sangue.
[é importante mencionar que a Lana del Rey tem uma música com o título hope is a dangerous thing for a woman like me to have - but i have it]
[é importante mencionar que a Lana del Rey tem uma música com o título hope is a dangerous thing for a woman like me to have - but i have it]
+ http://patriciaisabelricardo.com
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p.
ao segundo dia do ano
Desfocado é o meu novo cool.
Ou: ter carinho pelo desfoque.
A actualizar o sítio do costume:
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