sexta-feira, 15 de março de 2019

world wide web

De uma forma muito superficial, porque nada é estanque, seria hipócrita de minha parte dizer que não, que as redes sociais não me interessam; agarrar em muito bons argumentos, que os há, para defender a minha posição. Mas não, vou optar pela honestidade: não consegui. Não consegui largar, em grande escala e como estava previsto, o instagram, por exemplo. Todo o meu trabalho fotográfico (abre e fecha aspas) passa pela partilha online. Desde sempre. mIRC, sapo, olhares, deviantart, myspace, livejournal, fotolog, photo blog, hi5, blogger, flickr, vimeo, facebook, tumblr, etc., muitos eteceteras e dezassete anos depois. Foi sempre assim e assim será, porque também eu necessito da conexão com o outro. Do bonito que pode ser isto tudo, tudo isto.

Para acrescentar, acabei de dar vida ao twitter, (sem) culpa da Amanda (Palmer).
Sem medos.