domingo, 8 de março de 2020

a todas as mulheres que por aqui passem



Clean plate
Tabula rasa for my children
Let's clean up
Break the chain of the fuckups of the fathers
It is time
For us women to rise and not just take it lying down
It is time
The world is listening

diário de bordo, 30488

. Subir um sobreiro
. Namorar em cima de um sobreiro
. Explorar lugares
. Explorar o coração
. Explorar, mesmo e todas, as profundezas do coração

quinta-feira, 5 de março de 2020

segunda-feira, 2 de março de 2020

eclesiastes 3

A súbita, a mágoa, o apeadeiro.
Ligeiramente.

aquele vírus chamado má educação



© Hugo van der Ding

domingo, 1 de março de 2020

todos, por favor

Mauvais Marie
https://mauvaismarie.bigcartel.com

fio

Deste seguimento, eis a quarta (e última):

É com felicidade que, há uns dias, o Paulo me disse que a Mimi Records (Portugal e Japão) irá editar online estas quatro faixas! Quão fixe? Muito!

olá, março

bem-vindo.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

tu (e eu)

CONVERSAS COM CASCAS DE ÁRVORE. TU,
tira a casca, anda,
tira-me, feito casca, da minha palavra.

É tarde já, mas nós
queremos estar nus à beira
da navalha.

em A Morte é uma Florde Paul Celan

eclipses

Sabem a distância que existe entre a plataforma e a carruagem, essa mesmo, mencionada no aviso automático nas colunas da estação? Nunca se perguntaram se alguém já caiu na mesma? Não? Hoje é o dia, eu tenho a resposta: já, eu.

Com licença.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

inserir sorriso

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

que é feito, estou aqui



E a pergunta do dia era: Patrícia, que é feito de ti?

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

de visualização obrigatória, pt 2

há sempre coisas - poemas - que vêm a calhar

ESPANTA-ESPÍRITOS

Amanhã tudo será pior
ainda, eu sei: o hábito, a inércia,
o sem remédio da vida – tão pouco
haverá a salvar.

Por toda a cidade os desconhecidos
subirão outro degrau para o escuro
da noite, e a memória será talvez
um remorso:

aquela manhã de sol
na varanda, o espanta-espíritos
com peixes de alumínio num rosário
de contas profanas.

Ainda o tens? Ainda canta,
de madrugada, se o vento sopra
do mar?

Não importa. Foi sempre de menos
o muito que pedimos

e a parte que tivemos.


em Capitais da Solidão, de Rui Pires Cabral


*roubei ao Ricardo Mariano

`

Smell the ink and drift away: why I find solace in photobooks

domingo, 23 de fevereiro de 2020

> relicário



Björk, 1995

© Glen Luchford

de visualização obrigatória

Sexta às 9. Antigo presidente da Quercus acusado de favorecer empresas amigas
+ aqui

passar a ferro

O perdão, mil folhas por dobrar.

manifesto 4000

NÃO AO AEROPORTO DO MONTIJO.

sábado, 22 de fevereiro de 2020

clarão vermelho, o voo



https://patriciaisabelricardo.com/clarao-vermelho-o-voo

´

#134



Hoje, a sul

#133



Hoje, a sul

manifesto 3000

NÃO AO AEROPORTO DO MONTIJO (verdade)
NÃO AO AEROPORTO DO MONTIJO, PT 2 (petição)
NÃO AO AEROPORTO DO MONTIJO, PT 3 (estupidez)

pelo sábado

pronto, foda-se

Fazer as pazes com as minhas próprias fotografias foi, e é ainda, um processo longo, demorado, pesaroso. Difícil, triste, magoado. Por tudo isto e o restante (que é muito), foda-se, estou de parabéns.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

mapear



Às vezes, tudo o que parece, é.
Se tudo parece o mesmo, não é.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

no princípio era o verbo

Mais ou menos.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

fio

No seguimento disto, eis a terceira:
https://youtube.com/watch?v=yJOST4qoLUQ

margem clara




*



https://patriciaisabelricardo.com/margem-clara

[má qualidade das imagens por aqui, melhor no site]

sábado, 15 de fevereiro de 2020

álvaro rosendo

Álvaro Rosendo

hoje



Às vezes, tudo o que parece, é.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

não faço tudo o que me mandam




Portanto...





Este poema.

mãos

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

de tanto bater o meu coração parou

(ou um exercício de anatomia)


O que o coração sossega
o músculo não conseguirá entender.

Quando o músculo entende
o coração, para além de parar, jamais sossegará.

o bom, o mau e o vilão

I'm full of so much gratitude now. I do not feel elevated above any of my fellow nominees or anyone in this room, because we share the same love – that’s the love of film. And this form of expression has given me the most extraordinary life. I don’t know where I’d be without it.

But I think the greatest gift that it’s given me, and many people in [this industry] is the opportunity to use our voice for the voiceless. I’ve been thinking about some of the distressing issues that we’ve been facing collectively.

I think at times we feel or are made to feel that we champion different causes. But for me, I see commonality. I think, whether we’re talking about gender inequality or racism or queer rights or indigenous rights or animal rights, we’re talking about the fight against injustice.

We’re talking about the fight against the belief that one nation, one people, one race, one gender, one species, has the right to dominate, use and control another with impunity.

I think we’ve become very disconnected from the natural world. Many of us are guilty of an egocentric world view, and we believe that we’re the centre of the universe. We go into the natural world and we plunder it for its resources. We feel entitled to artificially inseminate a cow and steal her baby, even though her cries of anguish are unmistakable. Then we take her milk that’s intended for her calf and we put it in our coffee and our cereal.

We fear the idea of personal change, because we think we need to sacrifice something; to give something up. But human beings at our best are so creative and inventive, and we can create, develop and implement systems of change that are beneficial to all sentient beings and the environment.

I have been a scoundrel all my life, I’ve been selfish. I’ve been cruel at times, hard to work with, and I’m grateful that so many of you in this room have given me a second chance. I think that’s when we’re at our best: when we support each other. Not when we cancel each other out for our past mistakes, but when we help each other to grow. When we educate each other; when we guide each other to redemption.

When he was 17, my brother [River] wrote this lyric. He said: “run to the rescue with love and peace will follow."



Joaquin Phoenix, Óscares 2020

meio, médio, mediano

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

haiku

Para o bem e para o mal
no meio está não só a virtude
como toda a verdade.

- e a verdade, bem sabemos, é interior, é inteira, sai ilesa, cabe intacta, continua impávida, segue serena.

'tá

sábado, 8 de fevereiro de 2020

manifesto 2000

NÃO AO AEROPORTO DO MONTIJO.
NÃO AO AEROPORTO DO MONTIJO, PT 2.

E mesmo assim, é tão fácil destruir a verdade... Porquê?

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

isto, aquilo e outras coisas

Um querido amigo disse-me que a minha fotografia o reporta para emoções como o abandono e a solidão.
Sou uma casa inabitada.

projecto s/ título anterior à contemplação




*



https://patriciaisabelricardo.com/projecto-s-titulo-anterior-a-contemplacao

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

da série "a rtp2 e o serviço público"

Strange and Familiar* (2014), Marcia Connolly & Katherine Knight


*Os pequenos estúdios do arquiteto Todd Saunders construídos como refúgios para artistas na costa rochosa da Ilha do Fogo, no Canadá, criaram um alvoroço mundial entre os admiradores da arquitetura assim que as primeiras imagens foram conhecidas. Desde então, os quatro estúdios e a nova pousada Fogo Island Inn foram documentadas em mais de 80 revistas e blogues internacionais, como a New York Times, a revista internacional de moda e design Wallpaper, e revistas de arquitetura como a Domus. Filmado ao longo das quatro estações do ano, o documentário é uma narrativa fluida e visual, que se revela à medida que a pousada é construída, e retrata uma pequena ilha que procura ser revelante de um modo grandioso e atual.
rtp2


terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

3 fevereiro 2020

O mundo é uma noite mal dormida, uma gripe e um coração a reerguer-se, ainda assim.
É isso o mundo.