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terça-feira, 28 de novembro de 2017

a tempestade

Tempestade, p'la Companhia João Garcia Miguel
A partir de textos de William Shakespeare

De 29 Novembro a 9 Dezembro - Teatro Ibérico
Espectáculos 4f, 5f, 6f e Sábados - 21h30

"Para sonhar são precisos dois sonhadores: aquele que sonha e aquele que assiste ao sonho a ser sonhado.” É com esta frase que João Garcia Miguel termina a sua adaptação d’A tempestade, a quarta incursão que faz no universo de Shakespeare, depois de Burgher King Lear, Romeu e Julieta e Hamlet (talvez).


Não me pagaram para divulgar isto; e não, nem sequer vi o espectáculo.
Mas já sei que é bom.

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

teatr zar

[em relação a este post]

Ao cultivar os valores do trabalho em grupo, realiza projectos artísticos através de pesquisas de fontes a longo prazo, com o objectivo de moldar uma nova linguagem do teatro baseada em música de várias tradições. A equipa internacional foi formada durante as viagens a Geórgia entre 1999 - 2003. Durante essas viagens, o grupo colectou material musical, cuja essência é a canção polifónica que remonta às origens do princípio da nossa era e, que provavelmente, é a forma mais antiga de som polifónico.

Zar, a partir do qual o grupo tomou o nome, é o nome das canções funerárias realizadas pelos Svans, habitantes das altas regiões do Cáucaso no nordeste da Georgia. O trabalho em grupo decorre da crença de que o teatro, ao contrário da visão grega, não só deve ser observado, mas, sobretudo, escutado.

Teatr ZAR

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

visceral

Armine, Sister, por Teatr ZAR / Grotowski Institute

Vi o espectáculo de uma vida. Da minha vida.
Não tenho palavras.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

interrompo a emissão para



Pediram-me para fazer um vídeo.
Fiz um [todos os outros são apenas experiências] sem saber fazer vídeos.
Somos tão isto. 4 minutos vezes um bilião de outras coisas.

[possíveis e pequenas alterações a acontecer]

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

como velhos amigos

Eu e o Teatro.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

adoecer

check.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

lei da poesia

No palco precisa de transgredir?

AL: A transgressão é violar a lei da vida, e a lei da vida só se pode violar num perímetro poético, nunca perante a lei do estado, porque a essa teremos de responder. É nesse perímetro poético que a transgressão é possível e isso é a tragédia. A tragédia devolve-nos a verdadeira liberdade, um lugar onde podemos decidir entre o bem e o mal, e isso não se pode fazer diante da polícia. A evolução da arte gerou várias confusões. Confundiram-se muitas coisas: correcção com expressão, quando a expressão não tem de ser correcta. Confundiu-se imoralidade com crime ou com ofensa. A lei da poesia é independente de tudo isso.

(...)

No final de uma das sessões pediu aos intérpretes totalmente despidos que fizessem um sacrifício em nome do absurdo. O que é o absurdo?

AL: É o que não produz nenhum ganho. O que não segue a lógica do cálculo e da razão. É a diferença entre Agamemnon e Abrãao. Agamemnon sacrifica o seu filho em busca de um benefício maior, que é ganhar uma guerra. Tem um objectivo. Abrãao sacrifica o seu filho em nome do absurdo. Para mim, o verdadeiro absurdo é aquele que fazemos face a algo que não podemos compreender. Não sabemos porque o fazemos. Isso é arte. Arte é um ganho perante o sagrado e a transcendência. 

Um pouco depois também lhes pediu o vazio...

AL: Porque para alcançar a transcendência é preciso o vazio, desprendemo-nos de tudo o que é consumível, de tudo o que diz respeito ao sentidos, do mundo da lógica e do explicável. É preciso entrar num estado de vazio para chegar a algo que vai para além do compreensível. É o estado de transição.

Neste trabalho não há uma única palavra. Abandonou-as?

AL: As palavras nem sempre estão à altura do que quero expressar. Quando escrevo faço-o com o sentimento de frustração imenso, mas a verdade é que ainda não as consegui abandonar. Sempre considerei a linguagem insuficiente como forma de expressão. A satisfação é impossível. Na verdade, não estou a criar novas formas de expressão no meu trabalho. Elas sempre lá estiveram. Mas provavelmente recorro mais ao silêncio. O último livro que escrevi tinha, porém, 400 páginas.

(...)

Tem necessidade de Deus na sua vida?

AL: Sim, claro, caso contrário não faria este trabalho. Preciso de encontrar um intermediário para responder à minha necessidade de Deus, à sua falta, ao seu silêncio. Encenar é criar uma corrente entre mim, a minha necessidade, e o silêncio lá em cima. Gostaria de ter algo que me faz falta.

Uma crença?

AL: Não. Não é uma questão religiosa, que envolva códigos de conduta, cânones, catecismos. É uma questão de dar sentido à solidão, a uma imensa solidão, principalmente quando já alcancei metade da minha existência. 

(...)

O político matou o religioso na arte?

AL: Sim, sem dúvida. É algo que é preciso recuperar, porque nos completa. As ideologias acabaram com o pensamento. Daí que a democracia esteja em crise, e acabe por ser uma utopia. Temos de regressar à democracia ateniense, e ao contrato social de Rousseau para perceber de onde viemos e para onde vamos. Depois de tudo o que aconteceu no século XX, só nos resta pensar que a democracia é uma velha utopia. O homem é algo mais. O homem é algo mais do que a democracia, mais do que o homem político. É também o homem natural, o homem transcendente. É verdade que fiz teatro político, mas de forma natural o meu trabalho foi-se encaminhando para outros lugares. Como civil que sou tenho uma posição na sociedade, perante o Estado, como artista quero estar à margem do Estado, quero-me reger pela lei da poesia.


Entrevista a Angélica Liddell, por Cristina Margato,
para a Revista Expresso de 23 Setembro 2017

domingo, 24 de setembro de 2017

pontos altos do meu fim-de-semana

Vou fazer workshops sobre senso-comum.

Fui renovar o cartão de cidadão. M e d o.

Ao assistir a uma peça de teatro a partir de As Afinidadades Electivas de Goethe, dou por mim a pensar, em simultâneio, no - e nada a ver - mirc, Incógnito e outras coisas que, enfim, a vida traz.

Adoro que tentem entrar na minha conta de facebook.
Já ouviram falar em e-mail's de alerta e/ou recuperação de password? Sim, eu recebi um desses. Seus malandros.

O mundo é guerra e paz.
O mundo é outras coisas, mas agora não me apetece.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

#089



Super-Heróis, 27ª Criação Infantil Animateatro

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

l i n d o

Projecto OS PESCADORES
http://projectopescadores.webnode.pt

[pfff, pára-me o coração]

segunda-feira, 31 de julho de 2017

da série "o meu fim-de-semana"

O calor, o verde, a excitação, a desolação, os fogos, ainda mais desolação, o verde, a Pampilhosa da Serra, o Teatro, as madrugadas, o riso, as gargalhadas, a conversa, a amizade, as esplanadas ao lado do rio, o rio, o verde, as aldeias, as pessoas, a carrinha, a Moita, os projectores, os modos de vida, o Teatro, as pistas de dança, as madrugadas, a piscina, as gargalhadas, as conversas, a confiança, a amizade, a manhã, os cafés, os pequenos-almoços, as casas de hospedagem, os vídeos, o brincar, o brincar ainda mais, as palavras bonitas, o almoço, os outros modos de vida, as despedidas, os corações cheios, o sono, o rescaldo, a vida.

O Teatro.

domingo, 30 de julho de 2017

não há palavras para

isto e para isto.
O meu fim-de-semana foi arrebatador (!)

terça-feira, 18 de julho de 2017

cervantes

Relembra-me uma rede social que o OU QUIXOTE na Quinta da Regaleira andava a acontecer, por esta altura, há 4 anos atrás. O tempo é um cavalo de corrida, e eu até gosto de cavalos.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

TÊ, pt 2

No seguimento disto, diz que Golem, por 1927, de Suzanne Andrade, vale a pena outras mil vezes.

terça-feira, 11 de julho de 2017

E o Miguel Moreira, e o Tiago Rodrigues, e o João Garcia Miguel, e, e, e.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

e outras tantas

Diz que Moçambique, por Mala Voadora, de Jorge Andrade, vale a pena mil vezes. 

quinta-feira, 6 de julho de 2017

ADOECER

Chegar a casa e dar de caras com isto (!)
http://www.obando.pt/pt/gca/index.php?id=229

domingo, 25 de junho de 2017

sexta-feira, 23 de junho de 2017

certo, muito certo, clap clap clap

Tirando o costume - que é o que todos sabemos, não se façam de parvos - apraz-me o programa do Festival de Almada. Apesar de não ter - nem vir a ter - o passe, há espectáculos com os quais me quero cruzar.

Era só para dizer isto.

domingo, 28 de maio de 2017

T

O Teatro a salvar-me, uma vez mais.