domingo, 15 de março de 2020

o título que considerem mais pertinente



Tenho comigo esta gravação há duas semanas, sensivelmente. Reflecti sobre a sua publicação, mas a realidade é que ninguém sabe quem é a professora Cecília e a criança que a chama. É uma Cecília, e é uma criança. Pode ser qualquer um de nós.

Ao contrário do que aqui disse (estava-se mesmo a ver, sou tão previsível), este post vai resvalar um pouco para a minha vulnerável posição nesta questão da paralisação e quarentena.

Quero agarrar nesta mesma gravação e fazê-la a minha ode, o meu agradecimento e a minha mais prezada estima e admiração para com estes profissionais; sim, os professores, que uma vez mais, não têm alternativa.

Como os professores, estão os profissionais de saúde, os profissionais de atendimento ao público e serviços essenciais, municipais, de muitos ais (seja qual for o serviço), e claro, os agentes culturais e os artistas. Relembro que a salvação do ser humano, ao longo de séculos, foi sempre o amor, a arte e a educação, lado a lado.

A todos estes grandes seres humanos, o meu enorme aplauso interior.
P.