segunda-feira, 10 de setembro de 2018

pelas 6h20 da manhã

O meu pai, com os olhos vermelhos, em jeito de choro, diz que tem algo. A pessoa lamenta, eu percebo que é sentido. O meu pai aponta o número, pergunta-lhe o nome, que a cabeça já não é o que era. Têm que ir tomar um café. Diz-me quem é. Já no comboio, folheia o livro e vê o sol nascer. O meu pai, os comboios, os livros e... Enfim, a vida.