quarta-feira, 17 de abril de 2019

terça-feira, 16 de abril de 2019

que chegue, sim *

A linda Inês, sempre, sempre, sempre.
Abraço (prolongado) de volta e: obrigada.

o pedro



Mais aqui.

o meu nome

É impressão minha, ou ouvi uma estranha simpática dizer tem a mala aberta, Patrícia?
Claro que não.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

a viagem não chega, defeitos

De uma amadora, de uma insegura e, não obstante, de uma pensante... A auto-análise: defeitos. O drama, o horror, a tragédia.

informação útil

Pareço uma miúda de cada vez que apanho o Jurassic Park (1993) na televisão.
Sem-pre.

final de tarde

1.




2.




3.



(som alto para ouvir... os pássaros)

through space, i fell

domingo, 14 de abril de 2019

a viagem não chega, envios



Muito, muito obrigada a todos.

diário de bordo, pt 2

. Acho que tenho as mãos da minha mãe e isso enche-me de felicidade; a minha mãe nas minhas mãos, as minhas mãos com a minha mãe
. 9 meses depois, ideia concretizada: a viagem não chega
. Novamente: eternamente agradecida pelas almas lindas que tenho na vida; como não ser feliz?

sábado, 13 de abril de 2019

a viagem não chega

A viagem não chega
por patrícia ricardo

Edição muito limitada de 20 exemplares
Escrito e assinado à mão

4,50€ por correio (inclui portes) mediante transferência bancária
4€ em mão (entrego na margem sul do Tejo e Lisboa)





Feito com os chamados low budget e a low cost. Para além da característica movimento das próprias fotografias e, portanto, o desfoque, o facto de não ter sido uma impressão aconselhada para imagem, faz com que este pequeno livrinho tenha características muito próprias e não muito bem vistas, talvez, para a maioria dos designers, fotógrafos, tipógrafos e outros que tais que por aqui passem. Começando pela impressão e acabando no corte.

No entanto, e o mais importante, é que para mim acabou por fazer todo o sentido que assim tenha resultado. Identifico-me e revejo-me neste processo totalmente cru e faz-tu-mesmo (do it yourself) desde os primórdios do meu caminho; aqui, acabou por acontecer um casamento bonito entre o desfoque das imagens e a qualidade do conjunto. Nada disto faz com que o considere menos válido, pelo contrário.

Não obstante, e como escrito no mesmo, grata pela simpatia que já conhecia da Jacinto Cravo Centro de Cópias (no centro comercial da Amora - vivam os anos 90!) e ao Pedro Serpa pela preciosa ajuda na paginação deste que veio a ser depois uma pequena miniatura.





Este post também aqui.
*e as peles das unhas ruídas?

sexta-feira, 12 de abril de 2019

v

There's a difference between wanting to be looked at and wanting to be seen.
When you are looked at, your eyes can stay blissfully closed. You suck energy, you steal the spotlight. When you are seen, your eyes must be open, as you are seeing and recognizing your witness. You accept energy and you generate energy. You create light.
One is exhibitionism, the other is connection.
Not everybody wants to be looked at.
Everybody wants to be seen.

em The Art of Asking, de Amanda Palmer

quinta-feira, 11 de abril de 2019

#130



Apresentação final do Curso Progressivo Animateatro, a acontecer em Maio.

Estas e outras imagens aqui.

buraco negro



Katie Bouman, a mulher que transformou o mundo, de uma forma ou de outra, em 2019.
Roubei-lhe a fotografia, como não?

quarta-feira, 10 de abril de 2019

la vie

minuta

[fotografia]

Dois
versos.

> relicário



Jim Jarmusch

© Wim Wenders

para registo e futuro

Black Hole Image Revealed for First Time Ever

terça-feira, 9 de abril de 2019

olhos vendados

O mundo é uma roleta russa; o salve-se quem puder.

pequena interrupção na emissão*

Roubei este trecho à Comunidade Cultura e Arte, parte de uma entrevista a Vasco Gato para o jornal i, por Diogo Vaz Pinto. Diz que é sobre as redes sociais.

Acho que há uma acção brutal de conjugação de vidas desinspiradas, dos nossos trabalhos desinspirados, com uma bandeja que vai passando nesta espécie de festa-cocktail e que leva uns copos de shots, que podem ser as fotografias no Facebook com dois versos a servir de legenda, coisas que estão ali à mão, e de repente tudo isso anima um bocadinho mais um desfile que não se sabe do quê nem para quê. Mas dá para um pequeno alento que passa na garganta. Possivelmente, essas sensibilidadezinhas que se desenvolvem são também o reflexo do que somos, o sermos cada vez mais pessoazinhas. Também somos hoje gente apenas de raspão. E tudo se conjuga para que essas manifestações tenham público, tenham muito público.

Eu gosto muito de Vasco Gato, gosto muito, muito, muito da sua poesia e de todas as suas traduções com as quais me cruzei (algumas partilhadas por aqui). No entanto, se por um lado encaro a maioria com quem me cruzo na internet, exactamente desta forma, e que não haja aqui cinismo, não há paciência, não posso deixar de me sentir incluída nessa mesma maioria; nas pessoas que têm trabalhos desinspirados, com sensibilidadezinhas sendo uma pessoazinha cada vez mais fora do meu próprio alcance - e, assim de repente, percebo o quão injusta posso estar a ser com outrem. Que generalização pobre e injusta. Eu não conheço aquela pessoa, não sei da sua vida, desconheço a sua motivação para aquela partilha pessoal e/ou criativa. Pego novamente na honestidade; se for honesto, quem sou eu para julgar? Partilho trabalho há 15 anos e ai de quem me venha dizer que não tem mérito. Tem. Para mim tem e isso é suficiente. Também da mesma plataforma trago uma citação de Agostinho da Silva e não precisarei de acrescentar mais nada. Continuo a gostar muito, muito, muito da poesia de Vasco Gato, não gosto é de precipícios mal elaborados.

Deve-se estar atento às ideias novas que vêm dos outros. Nunca julgar que aquilo em que se acredita é efectivamente a verdade. Fujo da verdade como tudo, porque acho que quem tem a verdade num bolso tem sempre uma inquisição do outro lado pronta para atacar alguém; então livro-me de toda a espécie de poder - isso sobretudo.

*também podemos chamar a este post "a menina ficou ofendida" ou "coube-lhe a carapuça"
Grata.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

mapas



Uma bela entrevista ao autor, sobre este livro, aqui*.

[terás tido alguma coisa a ver com esta capa, Pedro?]



*Há alguma coisa de fascinante nos escritores narcisistas porque a sua sensibilidade em relação a si próprios é tão grande que é como se eles fossem duas pessoas ao mesmo tempo — o escritor e a pessoa com quem estão em comunhão. Mas, para mim, nos grandes escritores, a sensibilidade em relação a si próprios extrapola para o resto do mundo e para outras pessoas. E porque podem imaginar o seu próprio sofrimento, conseguem imaginar o dos outros. Acho que os grandes escritores não precisam de ter passado pela mesma experiência, porque têm a capacidade de imaginar o sofrimento, têm uma mente que lhes permite imaginar a dor de outra pessoa, mesmo que seja tão diferente como perder alguém querido ou o trauma da guerra. Para mim, é isso que constitui a metafísica e a capacidade de um escritor. É o que faz um escritor, é a peça central.

diário de bordo

. Ainda que indirectamente, tenho-me debatido com o grande mistério da vida humana: a morte
. A bondade deveria ser uma das características chave de cada ser humano
. O amor é o complexo mais simples, e o simplório mais complexo, claro
. É certo: o teatro preenche-me
. O cinema e a música também, cada vez mais
. Adoro cães, desde sempre e para sempre
. Tenho tentado repousar o coração relativamente à minha revolta constante com o mundo
. No seguimento do ponto acima, e pelo contrário, nunca serei imune ao mesmo
. Eternamente agradecida pelas almas lindas que tenho na vida; como não ser feliz?
. Eu e os meus pais, uma ligação cada vez mais compreendida; a idade e a sabedoria, um casamento feliz
. Sou, honestamente, as imagens que faço
. Face ao ponto acima, a honestidade tem sido uma arma de arremesso
. Sem descaracterizar o seu conceito, uma fotografia é uma imagem e uma imagem é uma fotografia; isto era uma pergunta, deixou de o ser

diário de internet (e não só)

. A PJ Harvey com novas músicas - a PJ Harvey como banda-sonora, literalmente
. Casa Estúdio Carlos Relvas, na Golegã
. Caminhos do Médio Tejo, porque nunca é demais
. AEPGA, que significa Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino
. Projecto Focinhos Brancos, divulgação de animais exclusivamente idosos
. Grupo Lobo

domingo, 7 de abril de 2019

jane goodall, pt 2



Obrigada.

jane goodall



Obrigada.

*

sábado, 6 de abril de 2019

o importante

(um pouco) sobre a minha mãe

amanhã há piquenique

em Viana do Castelo.
Tudo sobre o mesmo aqui.

Como chove, irá ser na AIMinho Associação Empresarial.
Pelas 11h.

Eu não posso, mas quem possa...
É ir a Viana!

quarta-feira, 3 de abril de 2019

rugas

São o impasse dos corajosos.
E outros, daqui em diante.

da série "o estado da nação"



© Oliver Jeffers

terça-feira, 2 de abril de 2019

> relicário



E.U.A., sem data

© Vivian Maier

sobre faróis

segunda-feira, 1 de abril de 2019

domingo, 31 de março de 2019

> amores

Ana Frois
https://anafrois.com

sábado, 30 de março de 2019

> relicário



Hydrangea & The Swallow

© Hokusai

sexta-feira, 29 de março de 2019

> relicário



I have fought so much since I started... for something that comes from emotion, from visual emotion, sound emotion, feeling, and finding a shape for that, and a shape which has to do with cinema and nothing else. 
Agnès Varda

[não sei de quem é a bonita fotografia]