sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

sábado, 5 de dezembro de 2020

da saudade

 Saudades deste lugar.

À Inês (The Silvertree), ao Pedro (Ventilan), à Raquel (A Menina Dança?), à Cláudia (Menina Limão), a quem eu acompanho com carinho.

domingo, 4 de outubro de 2020

diários de bordo, infinitum

. Uma solidão demasiado ruidosa, p'los Artistas Unidos - que bonito
. A minha vida está muito "catch me if you can" - não estou a conseguir, apesar de ninguém ter perguntado
. Continuo sem conseguir aceder ao blogger nos meus browsers, forma quase obrigatória de largar este blogue que, enfim, também sou eu
. É só, e é tudo

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

diários de bordo, pt 99892

. O blogger deixou de funcionar nos meus browsers; a escrever e a publicar, neste momento, através do telemóvel - talvez seja um sinal dos tempos, uma desculpa para, libertar, finalmente, este blogue
. 7 anos depois, voltei a entregar um currículo - fiquei gaga e ouvi "boa sorte"
. Caiu uma pinha na estrada a toda a velocidade - foi bonito porque sim, húmido porque choveu
. Adormeci em 1h mais que duas vezes nos últimos meses; nunca tinha adormecido na vida antes disto - se estou bem? Vai depender como interpretemos isto
. Se a vida é um carrossel? Talvez, mas eu nunca frequentei a feira popular e também nunca gostei de carrosséis
. Tenho saudades de fotografar e isso diz muito sobre mim

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

lição






*



(crer e repetir, crer e repetir, crer e repetir, crer e repetir, crer e repetir, crer e repetir, crer e repetir, crer e repetir, crer e repetir, crer e repetir)

Aceitar a casa.

terça-feira, 15 de setembro de 2020

lição

Aceitar a casa.

domingo, 13 de setembro de 2020

sábado, 12 de setembro de 2020

manobra de heimlich

Quando deixar a terra e à
terra voltar
abram-me o peito
em corte concêntrico
e entendam.

(se quiserem)

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

'quem sabe o que pode trazer a maré?'

uma orquestra.

terça-feira, 8 de setembro de 2020

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

sobre o meu dia, pt 2

sobre o meu dia



© Alevtina Pyzhova


*roubei à Betânia

domingo, 6 de setembro de 2020

observatório (10)



Observatório, vol. 2
Dummy para um futuro livrinho a editar com os meu poemas, volume dois.

sábado, 5 de setembro de 2020

observatório (9)



Marcadores de livro só para a fotografia (como de resto) porque são muito frágeis.
Chamo-lhes assim: Os frágeis, os marcadores de livros.

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

observatório (8)



Isto está a ficar um bocado descontrolado, eu sei...

abraço assinado



Não.

> relicário



© Yukio Katsuda

diário de bordo, 99077

. Não que seja fã de talhos, no entanto este era antigo... fechou
. 1,55€ por um UCAL; estou parada em 1999
. Um senhor de idade, com a sua força hercúlea, a colocar os menu do restaurante na rua - chama-se resiliência
. Os meus sonhos com animais selvagens surgiram na quarentena; desta vez sonhei que tinha um leão marinho, estava em estado selvagem mas era meu porque teria havido uma espécie de orfandade e adopção aquando pequeno; vivia no seu habitat natural, eu ia visitá-lo, dar-lhe comida e mimo, e o animal reconhecia-me e abraçava-me, anatomicamente impossível entre um leão marinho e um ser humano; o sonho foi marejado constantemente com o seguinte pensamento espero que esta sensação de pertença a casa e amizade infinita dure para sempre

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

observatório (7)



Minotauro, o marcador de livros.

observatório (6)



O título diz as laranjas no quintal - aos meus pais.
Farrusco, como se quer.

> relicário



© Yukio Katsuda

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

a...guardando



A...guardando, nova criação p/ adulto animateatro
A estrear (breve, breve).

Exercício: repetição


- Repete, repete, repete, repete... diz o relógio. -

> relicário



© Yukio Katsuda

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

ainda bem que voltaste



A noite passada acordei com o teu beijo
Descias o Douro e eu fui esperar-te ao Tejo
Vinhas numa barca que não vi passar
Corri pela margem até à beira do mar
Até que te vi num castelo de areia
Cantavas: "Sou gaivota e fui sereia"
Ri-me de ti: "Então porque não voas?"
E então tu olhaste
Depois sorriste
Abriste a janela e voaste
A noite passada fui passear no mar
A viola irmã cuidou de me arrastar
Chegado ao mar alto abriu-se em dois o mundo
Olhei para baixo dormias lá no fundo
Faltou-me o pé senti que me afundava
Por entre as algas teu cabelo boiava
A lua cheia escureceu nas águas
E então falámos
E então dissemos
Aqui vivemos muitos anos
A noite passada um paredão ruiu
Pela fresta aberta o meu peito fugiu
Estavas do outro lado a tricotar janelas
Vias-me em segredo ao debruçar-te nelas
Cheguei-me a ti disse baixinho: "Olá!"
Toquei-te no ombro e a marca ficou lá
O sol inteiro caiu entre os montes
E então olhaste
Depois sorriste
Disseste: "Aínda bem que voltaste!"



Uma entrada grátis no portal dos... sonhadores.
Uma entrada grátis no portal dos inofensivos, essa espécie selvagem.

> relicário



© E. M. de Melo e Castro

domingo, 30 de agosto de 2020

> observatório (5)



Observatório, vol. 1
Dummy para um futuro livrinho a editar com os meu poemas, volume um.